Sebastião Alba: o planeta, o amor e a solidão
Se quisermos falar de um poeta de corpo inteiro comecemos por Alba, um homem que usou das suas próprias mãos para construir um universo em que acreditou até a morte. Para si a poesia não era um mundo provisório, em que chegava e de seguida ausentava-se. Sebastião Alba estava absolutamente entregue a todos os seus labirintos e complexidades, aos lugares mais profundos e densos.
31 de janeiro de 2026